Coletivo ‘A Craco Resiste’ divulga o dossiê ‘Violência e Agressões na Cracolândia’

Foto por Eduardo Enomoto/R7

Foi divulgado nesse sábado (13) pelo coletivo “A Craco Resiste“, o dossiê “‘Violência e Agressões na Cracolândia’” denunciando a violência da Polícia Militar e da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo, contra moradores de rua e usuários de crack, no território no centro da capital, conhecido como Cracolândia.

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Dependência química: lado humano em livro

Foto divulgação Raquel de Souza

Junho é o mês de combate às drogas. Para contribuir na disseminação do conhecimento sobre a dependência química, o psiquiatra Marcos Estevão Moura reuniu em dois livros parte do conhecimento adquirido em 30 anos de trabalho nessa área, e pretende ajudar não só os dependentes químicos, mas também os familiares  e a sociedade em geral. O lançamento dos livros “Meu nome é Romualdo” e “Dependência química, uma prisão de ponta cabeça” aconteceu na Associação Médica de Mato Grosso do Sul.

O livro intitulado “Meu nome é Romualdo” conta a história de uma pessoa com dependência química que, apesar de vivenciar muitas dificuldades, consegue alcançar um final feliz na luta contra as drogas. “A história de Romualdo é a história de muitos dependentes químicos. Acho que o livro pode ajudar o público em geral a conhecer o que é a dependência química, a encarar isso como uma doença”, explica o especialista.

Na luta contra os males causados pela dependência química, o personagem se utiliza de diversas ferramentas como o tratamento médico e psicológico, os grupos de apoio e a religião. “O tratamento da dependência é uma guerra de amplas frentes, então quanto mais ferramentas o dependente utilizar mais fácil é o tratamento”, completa.

No segundo livro, intitulado “Dependência química, uma prisão de ponta cabeça”, o personagem Romualdo aborda diversos aspectos da dependência química, como a abstinência, as recaídas de comportamento, o tratamento, a internação compulsória, na visão de quem já vivenciou todo o processo, evitando a linguagem técnica geralmente utilizada nos livros acadêmicos.

Com informações da Mídia Max.

Foto: Raquel de Souza

 

ONU aprova nova política sobre drogas com poucos avanços

Onu política sobre drogas

Ativistas de vários países, que sonham com uma política sobre drogas menos repressora e mais focada no ser humano, estão frustrados com o documento aprovado pela ONU no fim de abril. Apesar de certos avanços, a abordagem proibicionista e o clima de guerra – ineficazes ao longo das últimas décadas – ainda permanecem.

De acordo com a publicação Nexo Jornal, não foi desta vez que a questão saiu definitivamente da esfera criminal e foi para a saúde pública.

Em 1998 a sessão especial da Assembleia Geral das Organização das Nações Unidas sobre drogas chegou ao consenso de que líderes mundiais trabalhariam por “um mundo livre de drogas” até 2008. Mas, desde então, o consumo e o tráfico só aumentaram. Os números evidenciam a ineficácia  da abordagem proibicionista.

Em abril, uma nova assembleia se reuniu na ONU, em Nova York, para discutir novas políticas para a área. Mas o documento aprovado como referência frustrou quem esperava que a entidade dissesse de forma mais contundente que drogas são questão de saúde pública, e não de polícia.

Veja por que as diretrizes sobre drogas frustraram as expectativas, segundo síntese feita pelo Nexo Jornal:

Mantém a ênfase no combate às drogas

O documento reitera o compromisso em “proteger a segurança dos indivíduos e comunidades intensificando esforços para prevenir e se contrapor ao cultivo ilícito, produção e fabricação de narcóticos e substâncias psicotrópicas”.

Não pede o fim da penalização do usuário de drogas

“É um dos pontos em que o documento falhou. É reconhecido internacionalmente que tratar o usuário de drogas como criminoso não diminui o consumo. Reconhecer isso é uma política pública mais barata e mais eficaz”, disse ao Nexo Ana Paula Pellegrino, pesquisadora do Instituto Igarapé, que acompanhou a aprovação do documento em Nova York.

Não pede o fim da aplicação da pena de morte relacionada ao comércio de drogas

Muitos dos participantes da assembleia tinham a expectativa de que o texto seria crítico à pena de morte para crimes relacionados às drogas. Mas isso não ocorreu. Um representante da Indonésia foi vaiado por ter defendido a pena de morte como “um componente importante” da política de drogas do país. Segundo Ana Paula, o Brasil se posicionou contrário à prática em qualquer caso.

Confira reportagem na íntegra

Psicólogos da Clínica Viva explicam sobre tabagismo em diversos veículos de comunicação

Profissionais da Clínica Viva falam sobre tagabismo em diversos veículos de comunicação

Os psicólogos da Clínica Viva Marcelo Parazzi, Angela Scarpim e Sonia Solano Paes Breda explicaram sobre o tabagismo em diversos veículos de comunicação. O tema foi assunto na mídia devido o Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado no dia 29 de agosto.

Os profissionais explicaram sobre o porquê da dificuldade de algumas pessoas pararem de fumar, a síndrome de abstinência, a recaída, algumas estratégias para lidar com os problemas na hora de largar o cigarro, o tratamento e a importância do acompanhamento profissional durante o processo.

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Psicóloga da Clínica Viva explica sobre compulsão por compras na rádio CBN

Especialista da Clinica Viva explica a Compulsão por Compras na Rádio CBN

Comprar algo para se sentir bem pode não significar nada, especialmente se for esporádico. Porém, há quem sofra com o excesso de compras. Nesta quarta-feira (12) pela manhã, os ouvintes da Rádio CBN de Brasília puderam aprender um pouco mais sobre como diferenciar o consumismo e a compulsão por compras – um transtorno emocional que precisa de tratamento. A psicóloga Marleide Borges, da Clínica Terapêutica Viva – unidade Brasília, foi a especialista responsável por esclarecer sobre a patologia.

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Psicóloga da Clínica Viva fala sobre os efeitos do álcool na TV Justiça

Psicóloga da Clínica Viva participa de reportagem especial sobre dependência química

O consumo de álcool de forma excessiva e irresponsável deve ser uma preocupação de todos, pois afeta todas as esferas da sociedade. Justamente por saber da importância de debater este tema, o programa “Justiça para Todos” – realizado pela Associação dos Juízes Federais do Brasil e exibido na TV Justiça – fez uma reportagem especial na qual contou com a participação da psicóloga Marleide Borges, da Clínica Terapêutica Viva – unidade Brasília.

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