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Transtornos alimentares: 6 dicas para os pais protegerem os filhos

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Por vezes, os transtornos alimentares chegam silenciosamente, maquiados como hábitos de uma vida saudável. Mas não é bem assim. E embora o sexo feminino jovem continue sendo o mais afetado, está crescendo o número de rapazes que também sofrem de transtornos alimentares. Separamos 6 dicas para os pais protegerem os filhos:

1)      Fique de olho

Fique de olho no que seu filho ou filha anda seguindo, curtindo ou compartilhando nas redes sociais. Grande quantidade de perfis, grupos ou páginas relacionados a emagrecimento ou pró-Ana/pró-Mia pode ser um forte indício de que seu filho usa a internet como apoio para o transtorno alimentar.

2)      Promova a autoestima

Converse com seu filho sobre autoimagem e como existem várias formas de corpo saudáveis. Procure ressaltar as qualidades do seu filho e lembre o adolescente que amar a si não pode ter como base o seu peso ou a aparência, afinal, ele é muito mais do que medidas.

3)      Discuta sobre padrões e pressão da sociedade

Incentive que na sua casa tenha uma discussão aberta sobre os padrões de beleza e a pressão da sociedade para se enquadrar em um corpo “da moda”. Isso pode ajudar o seu filho a ver filmes, televisão e revistas com um olhar mais crítico sobre o que é ser belo.

4)      Não apoie ofensas

Sabe aqueles comentários “baleia”, “fofão” e semelhantes? Não apoie. O que pode parecer sem importância para alguns, pode levar uma criança ou adolescente se retrair e buscar formas de aceitação, como emagrecer a qualquer custo ou simplesmente deixar de comer. Portanto, caso tenha alguém da família ou colegas que agem assim, converse.

5)      Incentive a saúde

Não estimule o filho a fazer dieta de alguma revista e/ou tomar algum remédio ou chá que um conhecido diz que emagrece. Se seu filho realmente precisa emagrecer, comente calmamente sobre a saúde e, de preferência, leve a um nutricionista e o incentive a praticar esporte – métodos recomendados para um emagrecimento saudável e duradouro.

6)      Seja exemplo

Os pais e adultos próximos são grandes influenciadores. Portanto, é importante que sejam exemplares. Afinal, não é possível falar para se aceitar e valorizar o que é se o próprio pai não se aceita. Muito menos falar que dietas malucas e remédios não são bons para emagrecer, se a mãe faz.

O que fazer?

Se você suspeita que seu filho sofre com algum transtorno alimentar, não adianta tentar forçá-lo a comer ou proibir a internet. O ideal é que vocês, juntos, procurem uma orientação profissional. A Clínica Viva possui uma equipe de profissionais altamente capacitados para atender anorexia, bulimia, compulsão alimentar e obesidade.

Entre em contato conosco! Acesse: ajuda para transtornos alimentares.

Comer demais pode ser uma doença

Entenda porque comer demais pode ser uma doença

Imagine uma pessoa sem fome que em menos de uma hora consuma seis pães, uma caixa de bombons e um pote de sorvete. Se você pensa que é gula, acredite, nem sempre é apenas questão de pecado. Comer demais em curto período é característica de uma doença chamada Compulsão Alimentar, que você vai conhecer a seguir.

De acordo com a Associação Americana de Psiquiatria, a compulsão alimentar atinge até 4% da população mundial, o que significa que cerca de 280 milhões de pessoas sofrem com a doença. Uma das consequências da compulsão alimentar é o ganho de peso, pois o corpo não consegue gastar toda a energia acumulada. E não se trata de apenas uma gordinha extra e, sim, obesidade.

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Compulsão alimentar: 9 fatos importantes

9 fatos importantes sobre a compulsão alimentar

Janaína tem o hábito de comer excessivamente altas horas da madrugada. E ela come o que está mais fácil, sem se importar com o sabor, até quando não aguentar mais e sentir-se mal por agir assim. Se identificou com a história? Saiba 9 fatos importantes sobre a compulsão alimentar:

1)      Um exagero em um jantar especial, por exemplo, não significa que uma pessoa sofra de compulsão alimentar. É considerado um transtorno quando ocorre episódios frequentes (2 vezes ou mais durante a semana) por algum tempo (seis meses).

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Como identificar a compulsão alimentar

Como identificar a compulsão alimentar

Devorar uma caixa de bombom ou comer pizza até passar mal. Você já fez isso? Acredite, você não está sozinho. Todos, em algum momento da vida, já exageraram alguma vez na vida.

Consumir exageradamente uma vez ou outra é normal. O problema é que esta compulsão pode ser uma doença, dependendo do caso. “Consideramos como compulsão alimentar quando o consumo exagerado dos alimentos é feito em curto período de tempo, por cerca de duas vezes na semana, ao longo de seis meses”, explica o psicólogo João Benatti, da Clínica Viva.

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Obesidade: principais causas e tratamento

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Acomodação e falta de vontade. É assim que muitos veem um obeso. O que muita gente não entende é que a obesidade é uma doença e é preciso mais do que vontade para conseguir vencê-la. Sendo assim, esses tipos de julgamento ao obeso são injustos.

Os dados são alarmantes: existem 2,1 bilhões de pessoas obesas ou com sobrepeso no mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) – o que representa quase 30% da população mundial. Só no Brasil, estima-se que são 18 milhões de obesos. A expectativa de especialistas na área é que a obesidade cresça ainda mais nos próximos anos se não houver uma política séria de prevenção e tratamento da doença.

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Entenda a influência da saúde emocional na obesidade

Como a saúde emocional pode influenciar na obesidade?

Que a obesidade está crescendo em todo o mundo não é novidade, mas você sabia que parte dos casos são relacionados a causas emocionais? Isso significa usar a comida como uma forma de compensação. “Bebemos e comemos pra comemorar, mas também recorremos à comida quando estamos tristes – sobretudo às mais calóricas. Costumamos nos dar o direito aos excessos por achar que naquele dia merecemos.”, explica o psiquiatra Arthur Kaufman, do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

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