Fiquem atentos! Maus tratos e outras incidências!

Aumentam as denúncias de maus tratos e incidência de drogas dentro de clínicas e comunidades terapêuticas!

Infelizmente podemos acompanhar na mídia um aumento bastante significativo nos últimos meses de denúncias envolvendo violência física contra seus pacientes, bem como violência psicológica contra os familiares, como ameaças de multas em percentuais ilegais, impedimento de visitas e outras práticas abusivas.

Percebemos também o aumento de denúncias envolvendo a entrada de drogas ilícitas nas dependência das entidades de tratamento, expondo os pacientes novamente ao vício, quando deveriam se manter em abstinência com a finalidade de manter as funções cognitivas e absorver as sessões psico-terapêuticas.

Este fenômeno se dá geralmente por conta de equipes despreparadas para “sentir” o ambiente e também profissionais desmotivados ou com sérios problemas pessoais, que acabam até mesmo facilitando a entrada dos entorpecentes.

Entendemos que este aumento vem ocorrendo justamente pela abertura de inúmeras comunidades terapêuticas, muitas desprovidas de qualquer estrutura física e muito menos de estrutura pessoal, como colaboradores bem treinados e uma equipe motivada.

Neste cenário, é de extrema importância que as famílias conheçam a entidade pessoalmente, que se certifique de que a instituição possui um médico responsável pelos pacientes, uma equipe de psicólogos capacitada e, sobretudo, um Diretor Terapêutico especializado no tratamento da dependência química, aberto ao diálogo e capaz de sanar as dúvidas referentes ao programa terapêutico que será elaborado em seu ente querido.

A dependência química como questão de saúde não pode ser tratada com marginalização do paciente, mas precisamos sim humanizar o tratamento, onde o indivíduo deve ter sua dignidade preservada e um tratamento ser ministrado de acordo com preceitos científicos, tudo isso com a finalidade de restabelecer a saúde física e emocional daquele doente.

Segue 3 dicas práticas para descobrir se a clínica ou comunidade terapêutica é de confiança:

1- Conheça o Diretor Terapêutico:
Consideramos que uma boa equipe é reflexo de um bom gestor, desta forma, a primeira dica é que busque conhecer o Diretor Terapêutico da entidade, geralmente um médico ou psicólogo com título de especialista em dependência química. Saiba o nome do Diretor Terapêutico, conheça seus títulos acadêmicos e leia artigos publicados para saber como pensa este profissional.

2- Saiba se existem treinamentos periódicos concedidos aos funcionários:
O tratamento relacionado à dependência química exige treinamentos frequentes aos colaboradores, que precisam ser constantemente informados dos direitos do paciente, das regras da entidade e também da dependência como doença, não como “desvio de caráter”, como muitos ainda carregam este estigma. Sendo assim, é importante questionar quando foi a última “reciclagem” da equipe e quem foi o (s) orientador (es). O ideal é que os treinamentos sejam semestrais.

3- Conheça o ambiente pessoalmente:
Esta visita pode ser feita antes, durante ou logo após a internação do paciente, mas consideramos extremamente necessária para que a família visualize se realmente a instituição possui a estrutura que alega ter em seus sites e mesmo para conhecer os profissionais e verificar se não tentam esconder condições desumanas e limitar as visitas em sua instituição.

 

Dica BÔNUS – Existência de Programa de Prevenção e Exame Toxicológico aos colaboradores:

Com o pioneirismo da FAZENDA BELA VISTA – CLÍNICA TERAPÊUTICA acreditamos que a criação e implementação de um “Programa de Prevenção ao Uso de Drogas e Exame Toxicológico” seja um ótimo indicativo da boa saúde emocional dos colaboradores da entidade. Tal iniciativa para entidades que cuidam de dependentes químicos é fundamental, evitando que pacientes sejam tratados por quem deveria estar em tratamento. O “Programa de Prevenção ao Uso de Drogas e Exame Toxicológico” é essencial para a melhora da qualidade de vida do funcionário e seus familiares, melhora no profissionalismo e tranquilidade ao paciente e sua família.

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