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Qual o preço da internação para dependentes químicos?

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O barato sai caro

Tem se tornado comum, quando uma família procura ajuda para lidar com o tratamento da dependência química de um filho, se deparar na internet com uma imensidão de comunidades terapêuticas. O que ela não sabe é que corre risco de ser enganada ou, no mínimo, contratar um serviço que não irá resolver o problema.

Muitas famílias partem do princípio de que a internação deve ter meses ou anos de duração, para que seja eficaz. Não é assim. E em grande parte dos casos, nem é necessário internar. Mas no caso em que a internação é necessária, ela é apenas parte do tratamento. O paciente pode ser atendido após internação em ambulatório.

A Dependência Química é uma doença classificada pela Organização Mundial de Saúde, pela Classificação Internacional de Doenças (CID 10, F-10 a 19): “Transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de substâncias químicas”.  Portanto, um problema grave e crônico de saúde. E como qualquer problema de saúde, evidentemente, deve ser tratado por profissionais especializados da área da saúde.

Está ai o primeiro problema enfrentado pela família. Na internet, qualquer entidade, indiscriminadamente, pode colocar anúncios nas ferramantas de busca (Google, por exemplo), informando que realiza tratamento, sem possuir profissionais como médicos, psiquiatras, nutricionistas, psicólogos, necessários para um tratamento eficaz. É óbvio que o preço do serviço que comunidades terapêuticas anunciam é muito inferior a Clínicas que prezam pela qualidade e investem nos profissionais, para que seja realizado o tratamento adequado.

Mais grave, entretanto, é que grupos fictícios estão utilizando a internet, informando existir uma rede de unidades próprias, quando, na realidade, não há rede alguma. O que existe é uma espécie de corretagem, que funciona da seguinte forma:

  • O “corretor” faz a parceria com várias entidades que dizem fazer tratamento, cobrando um percentual por internação nestes locais;
  • Monta um ou vários sites na internet informando que é um grupo com unidades próprias, mesmo não tendo nenhum vínculo com elas, a não ser esta corretagem;
  • Anuncia nos sites de busca como Google e outros, e começa a captação dos clientes.

O resultado é que, quando a família contrata o serviço, pensa que está lidando com uma empresa só, o que não é verdade. O “corretor” não tem a mínima responsabilidade com o suposto tratamento e sai de cena.

E, segundo famílias que, após serem enganadas, procuram a Clínica Viva, há uma situação ainda pior. Os “corretores” começaram a enganar a família e também a entidade que realiza o tratamento. Ao perceberem o desespero da família, quando muitas não possuem recursos para pagar o tratamento, informam a elas que paguem ao menos a primeira parcela do serviço (com um cheque que fica com o corretor) e que pague as próximas para a entidade. É óbvio que, com falta de recursos, a família paga o corretor, que encerra sua participação no caso, e fica em dívida com a entidade em que o dependente químico está internado.

É claro que, desta forma, para quem faz este tipo de corretagem, é um negócio altamente lucrativo. Ganha vendendo uma internação para dependência química, não tem qualquer responsabilidade com o paciente e família, como aconteceria com uma clínica séria; e as famílias acabam caindo no golpe, uma vez que o preço é muito mais baixo que uma clínica médica, que possui registros junto aos órgãos competentes, atuam de acordo com as leis que regulamentam o setor, mantém equipes altamente especializada de profissionais, etc.

E com esse tipo de procedimento, pessoas doentes, que são internadas em entidades sem o mínimo preparo e qualificação profissional, correm o risco de ser agredidas, espancadas, de serem forçadas a trabalhar na comunidade terapêutica; ou de, no mínimo, ficarem reclusas em um ambiente por meses, sem nenhum ganho, tratamento, nada.

Como não cair no Golpe

Sabemos que quando ocorre um incidente envolvendo um dependente químico (briga em casa, isolamento, overdose, atos ilícitos, prisão), a família fica desesperada para internar o filho para que este se trate. E aí é que fica vulnerável aos golpistas. Mas, o melhor a fazer é não deixar que o desespero faça com que a família decida com pressa.

Nestes casos, proceda da seguinte maneira:

  • Verificar todas as possibilidades de tratamento, desconfiando das que fazem leilão pela internet;
  • Pouquíssimas instituições no Brasil são autorizadas a realizar internação involuntária;
  • Após fazer esta triagem, a família deve exigir a documentação e registros da entidade (as sérias possuem CNES, autorização da Vigilância Sanitária, Cremesp, Alvará do Corpo de Bombeiros, etc);
  • No contato telefônico, explore o máximo dos consultores, tirando todas as dúvidas existentes.

Mais informações sobre tratamento da dependência química, acesse: www.ctviva.com.br

Por Fernando Moraes – Assessoria de Imprensa Clínica Viva

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